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domingo, 11 de dezembro de 2011



"Contemplou a garota que olhava para ela e ela por sua vez mirava a imagem refletida. Mirou-se mais uma vez e gostou do que viu"

[Angella Reis]



"Não quero parar no meio do caminho, quero continuar a seguir em frente"


Angella Reis

domingo, 20 de novembro de 2011



"(...) Sentiu um calor trêmulo a lhe percorrer o corpo. Havia algo mais forte que os prendia naquele instante, tentavam desviar o olhar mais não conseguiam como se fosse norte e sul de um dipolo"


Angella Reis




"Todo dia era um aprendizado. Todo dia aprender a ser..."


Angella Reis



segunda-feira, 14 de novembro de 2011


Era um belo quadro, pintado por um grande artista, pensou. A grande lagoa que se formou com a chuva e as poças também serviam de espelho. Um espelho mágico. As árvores miravam-se majestosas. A casa de estilo barroco parecia deitada em águas. Viu-se ali caminhando descalça na grama molhada, os pés sujos de lama, cabelos ao vento. As árvores dançavam e cantavam ao redor. Sua imagem refletida na lagoa estendia-lhe as mãos para o encontro. Ela sorria feliz...


Angella Reis

sábado, 29 de outubro de 2011


"Pôs-se a olhar a paisagem que se descortinava no horizonte e suspirou: maravilhada pela beleza da natureza, entediada com a situação presente e ansiosa pelo que estava por vir, por sua chegada. Queria que os nãos da vida pudessem se tornar sim como num sonho. Muita coisa assim mudaria, mas o sim sempre também não é bom, ele acarreta mudanças que nem sempre são harmônicas" (Angella Reis)

sábado, 22 de outubro de 2011





“Estava mais do que na hora de abrir as janelas e deixar o ar entrar, o sopro de vida!”


(Angella Reis)

sábado, 8 de outubro de 2011






"Imperecível. Não perece nunca. O que está escrito no coração não se esquece, marca. Aquele instante deve ter se eternizado dentro dele(a) assim como a ausência dela(e) ficou em mim" (Angela Reis)









"É a chuva que a salva nesse exato instante trazendo à memória doces recordações que a embriagam de saudade" (Angela Reis)








"Era difícil definir o que sentia. O sentir às vezes é indefinível" (Angela Reis)




"Hoje eu só queria me desmanchar em ternura, entregar-me ao amor" (Angela Reis)





"Luz e sombra intimamente ligadas, como se estivessem a capturar o momento e os movimentos em cadência poética, rastros e fragmentos presos à memória de um retrato" (Angela Reis)

quinta-feira, 6 de outubro de 2011







"Desde sua última vez o litoral tinha mudado bastante. Nada é imutável. Só Deus, como aprendera nas aulas de religião. Acontecesse o que acontecesse Ele estaria sempre ali a dar-nos segurança, bastaria uma prece, uma oração para sentir ainda mais sua presença, embora Ele esteja presente em todas as coisas" (Angela Reis)



Um beijo terno! Fiquem com Deus! =*



"Não recordo do sorriso, nem me vem à memória a lembrança do seu abraço. O que a memória ama fica eterno, li essa frase em algum lugar, marcou-me. Sábias palavras de Adélia Prado. Imperecível. Não perece nunca. O que está escrito no coração não se esquece, marca. Aquele instante deve ter se eternizado dentro dela assim como a ausência dela ficou em mim" (Angela Reis)




"É em momentos assim que se tem a certeza quanto a vida vale a pena" (Angela Reis)




"Sentia o cheiro do mar. Cheiro de saudade. Era bom estar em família. Sentir. Era difícil definir o que sentia. O sentir às vezes é indefinível" (Angela Reis)


Beijo terno! *-*

quarta-feira, 5 de outubro de 2011





"É gratificante quando se pode transformar a vida de alguém, do cinza em nuances várias, dar cor aos dias, é desta forma que penso ser vista a vida através do arco íris dos olhos de uma menina. É às vezes assim que me sinto, uma menina, que espera sempre o melhor e não o pior. Tenho esperança" (Angela Reis)





"Há qualquer coisa na música que me eleva, me põe em estado de graça" (Angela Reis)

sexta-feira, 23 de setembro de 2011




"Se perdeu no verde e se encontrou no azul do céu, uma centelha de luz brilhou nos olhos realçando-lhes a cor castanho esverdeados. Os fechou e ergueu os braços em rodopios até cair na relva como um manto a lhe agasalhar, e permaneceu assim, estirada ao chão, num silêncio contemplativo por longas horas até que o pensamento serelepe voou por lugares diversos" (Angela Reis)

domingo, 18 de setembro de 2011




Todos os dias merecem um pouco de loucura, uma loucura branda, sem mal algum. Quero ser feliz, me rir por dentro.

Angela Reis

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